Dresden Dolls @ Casa das Artes
É a segunda vez que algo do género me acontece e ainda por cima no mesmo local. Começo a ficar, não acostumado, mas viciado no tipo de surpresas que tenho sempre que vou à Casa das Artes.
Faz mais de um ano quando vim de lá completamente siderado com o concerto que acabara de ver. Dessa vez, foi Kimmo Pujhonen que nos fez colar ao assento e viajarmos para outra dimensão, ao som do acordeão.
Aconselhados, rumamos a Famalicão para uma francesinha entre amigos e um concerto de uma banda que parecia ser interessante. Ainda para mais, o Duarte já tinha sacado uns videos que prometiam, com maminhas ao léu e muita maluqueira na componente de performance. O que eu não sabia era que o espectaculo, que estava prestes a presenciar, ia ter a qualidade que teve...

Entramos na sala, completamente cheia, já Thomas Truax (1ª parte) ia a meio da sua performance. Subimos até uma das ultimas filas de lugares que estavam disponíveis e de lá vislumbramos uma massa de de cabeças, muito pontuadas de ecrãs luminosos. Telemóveis, máquinas e câmaras digitais numa quantidade surpreendente, o que deve ter tornado este evento muito bem documentado.
Munido de gadgets sonoros da sua autoria, Thomas Truax contagiou o público não só com o seu som muito próprio, mas com uma boa disposição permanente. Ainda para mais, este deve ser o único artista a poder dizer que já tocou em todos os cantos da casa, como se pode ver.
Intervalo, tempo para um cigarrito rápido...
Quanto aos dresden dolls pode-se dizer que foi um espectáculo único. Segundos antes de entrarem toda a plateia se levantou, de um salto. A pouca formalidade a que estamos habituados na C.A. (toda a gente sentada!) reduziu-se a nenhuma. Formou-se uma massa de pessoas completamente colada ao palco.
No que diz respeito ao concerto, meus amigos... São raras as vezes em que assistimos a uma mistura de atributos que nele estiveram presentes. Beleza, força, simplicidade, comunicação, são os que mais se salientam e aplicados a ambos os músicos. Notava-se o dominio dos instrumentos, a capacidade fazer deles o que se queria, de forma a explorar toda uma amplitude de emoções; angústia, beleza, calma, caos, infantilidade, extâse...
O concerto foi uma alucinação, e quando terminou ainda viajava nela.
Para terminar quero dar o parabéns à C.A. e ao Paulo Brandão. De duas formas; por se continuar a organizar eventos como este e por fazer cinco anos de existencia, que foram comemorados com vino e um bolo às riscas (stripes rule!) cortado e servido aos presentes pelos proprios D.D..
Faz mais de um ano quando vim de lá completamente siderado com o concerto que acabara de ver. Dessa vez, foi Kimmo Pujhonen que nos fez colar ao assento e viajarmos para outra dimensão, ao som do acordeão.
Aconselhados, rumamos a Famalicão para uma francesinha entre amigos e um concerto de uma banda que parecia ser interessante. Ainda para mais, o Duarte já tinha sacado uns videos que prometiam, com maminhas ao léu e muita maluqueira na componente de performance. O que eu não sabia era que o espectaculo, que estava prestes a presenciar, ia ter a qualidade que teve...

Entramos na sala, completamente cheia, já Thomas Truax (1ª parte) ia a meio da sua performance. Subimos até uma das ultimas filas de lugares que estavam disponíveis e de lá vislumbramos uma massa de de cabeças, muito pontuadas de ecrãs luminosos. Telemóveis, máquinas e câmaras digitais numa quantidade surpreendente, o que deve ter tornado este evento muito bem documentado.
Munido de gadgets sonoros da sua autoria, Thomas Truax contagiou o público não só com o seu som muito próprio, mas com uma boa disposição permanente. Ainda para mais, este deve ser o único artista a poder dizer que já tocou em todos os cantos da casa, como se pode ver.
Intervalo, tempo para um cigarrito rápido...
Quanto aos dresden dolls pode-se dizer que foi um espectáculo único. Segundos antes de entrarem toda a plateia se levantou, de um salto. A pouca formalidade a que estamos habituados na C.A. (toda a gente sentada!) reduziu-se a nenhuma. Formou-se uma massa de pessoas completamente colada ao palco.No que diz respeito ao concerto, meus amigos... São raras as vezes em que assistimos a uma mistura de atributos que nele estiveram presentes. Beleza, força, simplicidade, comunicação, são os que mais se salientam e aplicados a ambos os músicos. Notava-se o dominio dos instrumentos, a capacidade fazer deles o que se queria, de forma a explorar toda uma amplitude de emoções; angústia, beleza, calma, caos, infantilidade, extâse...
O concerto foi uma alucinação, e quando terminou ainda viajava nela.
Para terminar quero dar o parabéns à C.A. e ao Paulo Brandão. De duas formas; por se continuar a organizar eventos como este e por fazer cinco anos de existencia, que foram comemorados com vino e um bolo às riscas (stripes rule!) cortado e servido aos presentes pelos proprios D.D..
O Recreio do Diabo

1 Comments:
È com muita dor que descubro que me escapou o concerto dessa grande banda :-( Porquê que não descobri o teu Blog mais cedo!
Abraço
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